Amigos, sei que tenho sido muito chata falando volta e meia do perigo das sacolas plásticas, copinhos descartáveis e afins, mas a questão é de uma gravidade ímpar e, sinceramente, não há mais tempo a perder. O vídeo abaixo deixa isso bem claro.
Quem me chamou atenção para esse vídeo foi minha amiga jornalista Beatriz Diniz. Vale a pena assistir e mudar de vez os hábitos do dia-a-dia. Garanto que nunca mais você vai olhar pra uma sacola de plástico com olhos inocentes.
Mesmo o governo do Estado do Rio de Janeiro já tendo aprovado a lei, não custa nada agir agora, ao invés de esperar até que as lojas não mais possam "oferecer" sacolas plásticas e o consumidor tenha que pagar por elas. Já estamos pagando e o preço é infinitamente maior do que se imagina. Nossa comida está contaminada por fragmentos de plástico. É mais que uma questão de educação, é a sobrevivência que está em jogo. De verdade.
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Um oceano de plástico
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quarta-feira, 1 de julho de 2009
Xô, sacolas plásticas...

O texto a seguir e a logomarca acima são da jornalista Beatriz Diniz. O texto é a respeito de um pequeno, porém importante e educativo, passo rumo à sustentabilidade:
O estado do Rio de Janeiro dá a seus cidadãos condições de tomarem atitudes que fazem muita diferença para o meio ambiente no Brasil e no mundo. Vamos poder devolver sacolas de plástico aos comerciantes e nessa devolução trocar 50 delas por um quilo de arroz ou feijão. Também ganhamos no mínimo R$ 0,03 de desconto a cada cinco itens ao optarmos por bolsas reutilizáveis.
O projeto de lei do governo estadual para substituição pelo comércio das sacolas de plástico por sacolas de materiais reutilizáveis, depois de dois anos engavetado na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), foi aprovado, na quarta 24. Demorou, apesar de importante, teve emendas, mas é um início, e se for ajustado para melhor, será política pública de primeira.
Provocará mudanças positivas de conduta do comércio (que assume o custo de degradação ambiental do setor quando sacolas plásticas são devolvidas ou não usadas pelos consumidores) e de comportamento dos consumidores (que escolhem não levar a sacola plástica oferecida pelo comércio e assim fazem o setor pagar o custo pela degradação ambiental).
Provocará mudanças positivas de conduta do comércio (que assume o custo de degradação ambiental do setor quando sacolas plásticas são devolvidas ou não usadas pelos consumidores) e de comportamento dos consumidores (que escolhem não levar a sacola plástica oferecida pelo comércio e assim fazem o setor pagar o custo pela degradação ambiental).
O plástico demora mais de 100 anos para se decompor na natureza. As sacolinhas que levamos para casa não são de graça e custam muito mais caro que imaginamos: asfixiam tartarugas, entopem bueiros, favorecem a ocorrência de enchentes. Vemos sacolas plásticas boiando no mar, voando em dias de vento, espalhadas depois de tempestades, no entanto, não fazemos a relação entre esse lixo de plástico, sua livre circulação por tanto tempo, os danos que causam e as nossas compras. O que parece um pequeno desconto para nós é um investimento do setor comercial em compensação ambiental e também representa um ganho global.
Agora, o Rio de Janeiro, que continua lindo, vai ficar ainda mais limpo!
Agora, o Rio de Janeiro, que continua lindo, vai ficar ainda mais limpo!
Leia matéria completa no Globo on line: <http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/06/24/sacolas-agora-so-de-material-reutilizavel-756505260.asp>
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Eco-embrulhos para o seu natal
Olha que boas idéias Ana Claudia Nioac nos dá para embrulhar os presentes de natal:
Para quem está procurando uma alternativa para reduzir a quantidade de papéis e caixas que jogamos fora nessa época do ano, aqui seguem algumas idéias para os embrulhos de natal.
É possível embrulhar seus presentes de maneira criativa e autêntica e sem gerar muito lixo. Você pode fazer o seu próprio papel reciclado, usando páginas de jornal, de revista, de revistas em quadrinhos, de catálogos, cartazes, mapas e folhetos publicitários. Esses papéis também podem ser usados para forrar uma caixa velha em que se queira colocar o presente.
Para quem tem filhos, usar os desenhos das crianças como papel de embrulho pode ser bem divertido.
Você também pode fazer um embrulho temático de acordo com o presente. Por exemplo, se for um vaso de flores, procure gravuras com flores e jardins. Outra opção é procurar figuras com árvores ou decoração de natal; para um olhar diferente, tente encontrar documentos estrangeiros; caso queira dar um toque a mais ao presente, acrescente um enfeite usando selos, flores, laços, negativos de fotos, adesivos, cartões, fotos, postais ou qualquer outro objeto decorativo.
Para os mais criativos, no site Eco-Artware onde a designer Anna Rosenlund ensina a produzir uma caixa usando caixas vazias de cereal.
Uma opção mais simples é usar sacolas antigas que vem guardando ao longo do ano, tapando a marca da loja com um adesivo ou uma gravura, para embalar os presentes.
Outra idéia, ainda, é embrulhar os presentes em materiais que também possam ser utilizados. Ou seja, 2 presentes em 1, sucesso na certa. A japonesa Furoshiki ensina várias idéias divertidas e simples de como fazer um belo embrulho usando toalha de mesa, echarpe, pashimina ou qualquer pedaço de tecido.
Para amarrar o embrulho use fitas ou barbantes, coloridos de preferência, ou até mesmo fita métrica velha. Se você ainda tiver fitas cassetes ou VHS e sabe que nunca mais vai escutá-las ou assisti-las, usar a fita para amarrar também pode ser uma opção. Para ser ainda mais criativo, pegue uma tesoura afiada e corra a fita ao longo da lâmina para dar aquele movimento crespo no laço de fita.
E aproveite para já guardar os restos desse ano para o natal do ano que vem. Uma idéia é estipular na casa um local em que todos possam depositar os papeis e as caixas após abrirem seus presentes. Para guardar os papeis e esticá-los, enrole-os em tubos.
Uma outra dica que também pode ser divertida e agradar a criançada é fazer a sua própria árvore de natal com garrafas PET. Como enfeites podem ser usados recortes de revistas, figurinhas, bonequinhos, ou até mesmo tampinhas de garrafa, potes de iogurte ou qualquer outra sucata. É diversão na certa para as crianças que adoram corte e colagem.
Usando a criatividade desta maneira é divertido e econômico. Que tal tentarmos algumas dessas idéias e ver se é possível iniciar uma tendência na família e entre os amigos para os próximos anos? Quem tiver outras idéias não deixe de postar nos comentários para compartilhar com os outros leitores. Vamos ajudar a divulgar essa idéia!
Um feliz natal ambientalmente mais consciente para todos!
http://www.oeco.com.br/ana-claudia-nioac/20544-eco-embrulhos-de-natal
Ana Claudia Nioac de Salles é aluna de doutorado do Programa de Planejamento Energético da COPPE-UFRJ e estuda reciclagem de plástico para substituir a madeira na fabricação de determinados produtos, como dormente de ferrovia.
Euzinha, aderi imediatamente, olha que coisa linda, chique e atual meu embrulho de jornal:
foto: Adriana Pinheiro
Para quem está procurando uma alternativa para reduzir a quantidade de papéis e caixas que jogamos fora nessa época do ano, aqui seguem algumas idéias para os embrulhos de natal.
É possível embrulhar seus presentes de maneira criativa e autêntica e sem gerar muito lixo. Você pode fazer o seu próprio papel reciclado, usando páginas de jornal, de revista, de revistas em quadrinhos, de catálogos, cartazes, mapas e folhetos publicitários. Esses papéis também podem ser usados para forrar uma caixa velha em que se queira colocar o presente.
Para quem tem filhos, usar os desenhos das crianças como papel de embrulho pode ser bem divertido.
Você também pode fazer um embrulho temático de acordo com o presente. Por exemplo, se for um vaso de flores, procure gravuras com flores e jardins. Outra opção é procurar figuras com árvores ou decoração de natal; para um olhar diferente, tente encontrar documentos estrangeiros; caso queira dar um toque a mais ao presente, acrescente um enfeite usando selos, flores, laços, negativos de fotos, adesivos, cartões, fotos, postais ou qualquer outro objeto decorativo.
Para os mais criativos, no site Eco-Artware onde a designer Anna Rosenlund ensina a produzir uma caixa usando caixas vazias de cereal.
Uma opção mais simples é usar sacolas antigas que vem guardando ao longo do ano, tapando a marca da loja com um adesivo ou uma gravura, para embalar os presentes.
Outra idéia, ainda, é embrulhar os presentes em materiais que também possam ser utilizados. Ou seja, 2 presentes em 1, sucesso na certa. A japonesa Furoshiki ensina várias idéias divertidas e simples de como fazer um belo embrulho usando toalha de mesa, echarpe, pashimina ou qualquer pedaço de tecido.
Para amarrar o embrulho use fitas ou barbantes, coloridos de preferência, ou até mesmo fita métrica velha. Se você ainda tiver fitas cassetes ou VHS e sabe que nunca mais vai escutá-las ou assisti-las, usar a fita para amarrar também pode ser uma opção. Para ser ainda mais criativo, pegue uma tesoura afiada e corra a fita ao longo da lâmina para dar aquele movimento crespo no laço de fita.
E aproveite para já guardar os restos desse ano para o natal do ano que vem. Uma idéia é estipular na casa um local em que todos possam depositar os papeis e as caixas após abrirem seus presentes. Para guardar os papeis e esticá-los, enrole-os em tubos.
Uma outra dica que também pode ser divertida e agradar a criançada é fazer a sua própria árvore de natal com garrafas PET. Como enfeites podem ser usados recortes de revistas, figurinhas, bonequinhos, ou até mesmo tampinhas de garrafa, potes de iogurte ou qualquer outra sucata. É diversão na certa para as crianças que adoram corte e colagem.
Usando a criatividade desta maneira é divertido e econômico. Que tal tentarmos algumas dessas idéias e ver se é possível iniciar uma tendência na família e entre os amigos para os próximos anos? Quem tiver outras idéias não deixe de postar nos comentários para compartilhar com os outros leitores. Vamos ajudar a divulgar essa idéia!
Um feliz natal ambientalmente mais consciente para todos!
http://www.oeco.com.br/ana-claudia-nioac/20544-eco-embrulhos-de-natal
Ana Claudia Nioac de Salles é aluna de doutorado do Programa de Planejamento Energético da COPPE-UFRJ e estuda reciclagem de plástico para substituir a madeira na fabricação de determinados produtos, como dormente de ferrovia.
Euzinha, aderi imediatamente, olha que coisa linda, chique e atual meu embrulho de jornal:
foto: Adriana Pinheiro
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sábado, 13 de dezembro de 2008
Ainda e para sempre na onda do PLÁSTICO NÃO
Quando entrei na onda do plástico-não, foi só prestar atenção para ver que os sacos plásticos são de fato uma praga, pois estão em todos os lugares. É uma daquelas coisas que você de repente começa a notar e percebe a magnitude do monstro: os copinhos plásticos usados para servir café em salões de beleza e consultórios médicos, os copos plásticos para beber água, as sacolas de lojas e super mercados, as embalagens dos produtos...
Tenho o costume de almoçar nos restaurantes aqui perto de casa, dentre eles, o Nanquim. E qual não foi a minha surpresa ao ver que os talheres eram individualmente embalados em saquinhos de plástico... Eu disse "eram" porque não são mais! No caso do Nanquim, algo extraordinário aconteceu: o dono do Nanquim, João Camargo, soube ouvir a minha queixa e tomou uma providência. Agora, não somente os talheres são embalados em saquinhos de papel pardo, como as sacolas para viagem passaram a ser também de papel, uma iniciativa e tanto! Fiquei muito feliz com a sensibilidade do João, um cara que percebeu o desperdício e não demorou a agir. É de gente assim que o mundo precisa.
Hoje, passeando pela vizinhança, descobri que a Illiá, simpática loja de presentes na rua Maria Angélica, está vendendo as sacolas portáteis que antes a gente só conseguia na Europa. Foram essas as sacolas que pedi para uma amiga mandar da França, outra da Alemanha e enviei para o Zona Sul e para o Hortifruti como sugestão de produto. O Zona Sul disse não estar interessado, pelo menos por ora, e o Hortifruti disse que gostou e está analisando... Enquanto isso, vamos nós ter as nossas!!! São o presente de natal perfeito! Por R$ 35, lá estão elas na Illiá, nas mais lindas estampas. São dobráveis, resistentes e moram num saquinho com um gancho que pode ser preso à bolsa ou ao chaveiro. A minha vai comigo pra todo lugar, chique e ecológica. Tem que ter uma, gente!

foto: Adriana Pinheiro
http://www.restaurantenanquim.com.br/
não sei se a Illiá Casa & Obejetos tem site, vou pesquisar...depois publico aqui.
Tenho o costume de almoçar nos restaurantes aqui perto de casa, dentre eles, o Nanquim. E qual não foi a minha surpresa ao ver que os talheres eram individualmente embalados em saquinhos de plástico... Eu disse "eram" porque não são mais! No caso do Nanquim, algo extraordinário aconteceu: o dono do Nanquim, João Camargo, soube ouvir a minha queixa e tomou uma providência. Agora, não somente os talheres são embalados em saquinhos de papel pardo, como as sacolas para viagem passaram a ser também de papel, uma iniciativa e tanto! Fiquei muito feliz com a sensibilidade do João, um cara que percebeu o desperdício e não demorou a agir. É de gente assim que o mundo precisa.
Hoje, passeando pela vizinhança, descobri que a Illiá, simpática loja de presentes na rua Maria Angélica, está vendendo as sacolas portáteis que antes a gente só conseguia na Europa. Foram essas as sacolas que pedi para uma amiga mandar da França, outra da Alemanha e enviei para o Zona Sul e para o Hortifruti como sugestão de produto. O Zona Sul disse não estar interessado, pelo menos por ora, e o Hortifruti disse que gostou e está analisando... Enquanto isso, vamos nós ter as nossas!!! São o presente de natal perfeito! Por R$ 35, lá estão elas na Illiá, nas mais lindas estampas. São dobráveis, resistentes e moram num saquinho com um gancho que pode ser preso à bolsa ou ao chaveiro. A minha vai comigo pra todo lugar, chique e ecológica. Tem que ter uma, gente!

foto: Adriana Pinheiro
http://www.restaurantenanquim.com.br/
não sei se a Illiá Casa & Obejetos tem site, vou pesquisar...depois publico aqui.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Sacos plásticos? não, obrigada!
Vou reproduzir aqui dados de um email que recebi a respeito das sacolas plásticas que tão cordialmente “ganhamos” nas lojas e supermercados:
Usamos anualmente cerca de um trilhão de sacos plásticos em todo o mundo;
Menos de 1% desses sacos é reciclado, pois é mais barato fabricá-los do que reciclá-los;
Um estudo de 1975 mostra que as embarcações lançam, por ano, aproximadamente 4 milhões de quilos de plástico nos oceanos;
Segundo a WWF, cerca de 200 espécies diferentes de vida marinha, incluindo baleias, focas, golfinhos e tartarugas, morrem depois de ingerir os sacos, que confundem com comida;
Isso, sem falar nas aves que são encontradas mortas com plástico no estômago ou enredando suas asas;
Os sacos plásticos se foto-degradam: se decompõe em petro-polímetros menores e ainda mais tóxicos, que acabam contaminando os solos e as vias fluviais.
Há leis em diversos países que proíbem a gratuidade das sacolas plásticas no comércio, ou regulam sua utilização com impostos. Segundo a BBC, a Irlanda foi o primeiro país europeu a adotar a medida (2002) e reduziu o consumo em 90%. Segundo a CNN, a China economizará 37 milhões de barris de petróleo por ano graças à proibição dos sacos plásticos gratuitos. Ruanda, Israel, Canadá, India, Botswana, Quênia, Tanzânia, África do Sul e Singapura também proibiram ou estão em vias de proibir os sacos plásticos. Cidades também podem criar leis próprias para a questão, como fez São Francisco, nos EUA.
Diante dos fatos, devemos, imediatamente, adotar medidas para banir a proliferação dessas pragas que são usadas por meia hora e levam mais de 1000 anos para desaparecer:
Ir às compras com uma sacola de lona ou nylon, carregar as coisas na própria bolsa;
Pressionar as autoridades locais, (aproveitando as eleições municipais), para que criem leis no sentido de fazer com que as lojas passem a cobrar pelos sacos em cada compra;
Os próprios mercados podem passar a ter uma caixa-depósito onde os sacos são devolvidos pelos clientes e reutilizados.
Dessa forma, estaremos criando maior consciência ecológica e educando as pessoas para aplacar a calamidade e evitar tanto desperdício. É urgente e tem solução.
foto: The Daily Mail
Usamos anualmente cerca de um trilhão de sacos plásticos em todo o mundo;
Menos de 1% desses sacos é reciclado, pois é mais barato fabricá-los do que reciclá-los;
Um estudo de 1975 mostra que as embarcações lançam, por ano, aproximadamente 4 milhões de quilos de plástico nos oceanos;
Segundo a WWF, cerca de 200 espécies diferentes de vida marinha, incluindo baleias, focas, golfinhos e tartarugas, morrem depois de ingerir os sacos, que confundem com comida;
Isso, sem falar nas aves que são encontradas mortas com plástico no estômago ou enredando suas asas;
Os sacos plásticos se foto-degradam: se decompõe em petro-polímetros menores e ainda mais tóxicos, que acabam contaminando os solos e as vias fluviais.
Há leis em diversos países que proíbem a gratuidade das sacolas plásticas no comércio, ou regulam sua utilização com impostos. Segundo a BBC, a Irlanda foi o primeiro país europeu a adotar a medida (2002) e reduziu o consumo em 90%. Segundo a CNN, a China economizará 37 milhões de barris de petróleo por ano graças à proibição dos sacos plásticos gratuitos. Ruanda, Israel, Canadá, India, Botswana, Quênia, Tanzânia, África do Sul e Singapura também proibiram ou estão em vias de proibir os sacos plásticos. Cidades também podem criar leis próprias para a questão, como fez São Francisco, nos EUA.
Diante dos fatos, devemos, imediatamente, adotar medidas para banir a proliferação dessas pragas que são usadas por meia hora e levam mais de 1000 anos para desaparecer:
Ir às compras com uma sacola de lona ou nylon, carregar as coisas na própria bolsa;
Pressionar as autoridades locais, (aproveitando as eleições municipais), para que criem leis no sentido de fazer com que as lojas passem a cobrar pelos sacos em cada compra;
Os próprios mercados podem passar a ter uma caixa-depósito onde os sacos são devolvidos pelos clientes e reutilizados.
Dessa forma, estaremos criando maior consciência ecológica e educando as pessoas para aplacar a calamidade e evitar tanto desperdício. É urgente e tem solução.
foto: The Daily Mail
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